Os novos espaços de atuação do educador com as novas tecnologias.
Segundo José Manuel Moran.
Estamos vivenciando um período de grandes mudanças sociais, culturais, econômicas, da ciência e da tecnologia.
A cada instante novos conhecimentos são construídos, da mesma forma os indivíduos se vêem numa corrida fenomenal em busca de atualização, exigência da globalização.
A globalização gera mudanças profundas em todas as esferas de nossa sociedade. O conhecimento assume novas configurações e se modifica permanentemente pelas descobertas das ciências e a produção dos saberes.
O avanço da tecnologia é irreversível, não se pode negá-la, portanto as mudanças e inovações são imprescindíveis na sociedade atual. Precisamos desenvolver habilidades que nos permitam o controle da tecnologia e de seus efeitos.
Segundo Moran na sociedade de informação todos estamos reaprendendo a conhecer, a comunicar-nos, a ensinar e a aprender, a integrar o humano e o tecnológico; a integrar o individual, o grupo e o social.
O mundo globalizado solicita a formação de professores versáteis, com elevada capacidade de aprendizado, pois essas habilidades são requeridas para a formação das “crianças globalizadas” que no futuro serão profissionais competindo no mercado de trabalho em uma sociedade globalizada e informatizada.
sábado, 30 de abril de 2011
Globalización, nuevas tecnologias y comunicacion segundo Victor Mari Saez
Segundo Saez não podemos entender as tecnologias e a sociedade em que estão inseridas separadamente, ambas estão estreitamente conectadas.
Com relação à educação e tecnologia, ainda se vive num paradoxo, por um lado têm-se os mais variados recursos, que, se bem aplicados, podem contribuir em muito para a construção do conhecimento, do outro lado, tem-se profissionais da educação despreparados, desmotivados ou ainda, alheios a toda esta revolução do conhecimento.
Tal disparidade aumenta cada vez mais o abismo educacional entre os que têm acesso às tecnologias de ensino e os “analfabetos digitais”, acirrando o clima de tensão em uma sociedade já plena de conflitos.
Ao mesmo tempo, a sociedade do conhecimento proporciona aos educadores novas perspectivas e imensos desafios e dificuldades.
Novas perspectivas, pois o mercado de trabalho nunca esteve tão dinâmico e inovador para os educadores.
Desafios e dificuldades, pois ao mesmo tempo em que o mercado abre suas portas aos educadores exige do mesmo o devido preparo, ou seja, a formação continuada. Mais uma vez, o mercado dita as regras, os melhores capacitados encontrarão seu lugar nesta nova sociedade!
Enfim, as inovações tecnológicas na educação não podem ser refutadas, cabendo aos profissionais a revisão de seus papéis enquanto mediadores do processo de construção do conhecimento.
Espera-se bem mais deste profissional, pois o momento atual é de reflexão quanto ao devido uso da tecnologia sem a perda dos valores humanos, éticos e morais imprescindíveis para a formação do cidadão.
Com relação à educação e tecnologia, ainda se vive num paradoxo, por um lado têm-se os mais variados recursos, que, se bem aplicados, podem contribuir em muito para a construção do conhecimento, do outro lado, tem-se profissionais da educação despreparados, desmotivados ou ainda, alheios a toda esta revolução do conhecimento.
Tal disparidade aumenta cada vez mais o abismo educacional entre os que têm acesso às tecnologias de ensino e os “analfabetos digitais”, acirrando o clima de tensão em uma sociedade já plena de conflitos.
Ao mesmo tempo, a sociedade do conhecimento proporciona aos educadores novas perspectivas e imensos desafios e dificuldades.
Novas perspectivas, pois o mercado de trabalho nunca esteve tão dinâmico e inovador para os educadores.
Desafios e dificuldades, pois ao mesmo tempo em que o mercado abre suas portas aos educadores exige do mesmo o devido preparo, ou seja, a formação continuada. Mais uma vez, o mercado dita as regras, os melhores capacitados encontrarão seu lugar nesta nova sociedade!
Enfim, as inovações tecnológicas na educação não podem ser refutadas, cabendo aos profissionais a revisão de seus papéis enquanto mediadores do processo de construção do conhecimento.
Espera-se bem mais deste profissional, pois o momento atual é de reflexão quanto ao devido uso da tecnologia sem a perda dos valores humanos, éticos e morais imprescindíveis para a formação do cidadão.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O professor sofre viu!
Jô Soares
O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
Se É jovem, não tem experiência.
Se É velho, está superado.
Se Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Se Tem automóvel, chora de "barriga cheia'.
Se Fala em voz alta, vive gritando.
Se Fala em tom normal, ninguém escuta.
Se Não falta ao colégio, é um 'caxias'.
Se Precisa faltar, é um 'turista'.
Se Conversa com os outros professores, está 'malhando' os alunos.
Se Não conversa, é um desligado.
Se Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Se Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Se Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Se Não brinca com a turma, é um chato.
Se Chama a atenção, é um grosso.
Se Não chama a atenção, não sabe se impor.
Se A prova é longa, não dá tempo.
Se A prova é curta, tira as chances do aluno.
Se Escreve muito, não explica.
Se Explica muito, o caderno não tem nada.
Se Fala corretamente, ninguém entende.
Se Fala a 'língua' do aluno, não tem vocabulário.
Se Exige, é rude.
Se Elogia, é debochado.
Se O aluno é reprovado, é perseguição.
Se O aluno é aprovado, deu 'mole'.
É, o professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
Esta é para ser repassada mesmo.
Assinar:
Postagens (Atom)